#Processo
Uma ação coletiva na Califórnia (Kahn v. Anthropic, 3:26-cv-05763) alega que o plano Claude Max 20x entrega entre 6x e 8x o uso do Pro, não 20x. O que a petição sustenta com documentos internos, por que o multiplicador só vale na sessão de 5 horas enquanto o teto semanal é o que realmente trava, e como descobrir em qual dos dois você esbarra antes de renovar.
EU AI Act entra em vigor em 2 de agosto de 2026, com multas de até 7% do faturamento global. Checklist técnico de 18 itens em ordem de prioridade, mapeado para NIST RMF (Govern/Map/Measure/Manage), com templates Markdown prontos para colar no repositório.
Time pequeno raramente escreve ADR porque dói. Com Claude no fluxo a primeira versão sai em 4 minutos. Tem o template em 7 seções que envelhece bem, o prompt mestre em XML que extrai a decisão sem interrogatório e três anti-padrões clássicos que matam ADR em produção.
Proibido, alto risco, limitado ou mínimo? Os quatro níveis de risco do EU AI Act traduzidos pra feature real — triagem de currículo, score de crédito, detecção de cola, chatbot — e o template de AI Decision Record (AIDR) que registra a classificação no repo antes do jurídico perguntar. Sem teoria de consultoria.
Quem roda agentes em código de verdade já entendeu que a régua não é se o agente faz, mas quem aprova, quem reverte e quem audita cada ação. Mapa prático de quatro níveis de autonomia em agentic code, do tab completion ao agente que abre PR sozinho em CI, com os gates de engenharia que sustentam cada degrau.
Liguei o agente, fui tomar café e voltei 43 minutos depois com um PR de 380 linhas em 9 arquivos. Case study real com harness Laravel + Claude Agent SDK + sandbox isolado, a task escolhida, o loop cronometrado de 43 min em 12 iterações, o diff comentado, os 3 bugs que escaparam pro code review humano, custo total em USD e o veredito sobre soltar isso em produção. Repositório público no final.
Três paradigmas, três comunidades brigando no Twitter, e zero clareza sobre quando cada um performa. Definição operacional de vibe coding, agentic engineering e SDD, tabela com oito critérios e árvore de decisão pronta pra colar na wiki do time.
Para de discutir "qual é melhor" e comece a discutir "qual cabe no seu contexto". Matriz de decisão com quatro eixos que mapeia SDD, BMAD e Vibe Coding ao quadrante onde performam.
Tripé Git + spec + ADR (Architecture Decision Records) que mantém doc viva ao lado do código, com hooks de pré-commit que travam o drift. Estrutura mínima, scripts de validação e configuração pre-commit prontos para colar — sem precisar contratar engenheiro de documentação.
BMAD promete um time agil de IA com personas para cada papel. Em termos de SDD, e Spec-Driven com mais cerimonia. Mapeio onde isso vale o overhead e onde so vira cerimonia que atrasa entrega.
Vibe coding com agente em Laravel funciona até a feature ter regra de negócio. Aí o agente inventa. Spec-Driven Development resolve isso virando a especificação na fonte da verdade. Neste post a gente percorre o ciclo PRD, spec, plan, tasks, código e testes em uma feature aparentemente boba: exportar relatório de vendas em PDF. Stack PHP, Claude Code e Spec Kit, do zero.
Spec-driven virou padrão em 2026, e com ele veio o risco do pêndulo: spec gigante, aprovada em comitê, ignorada pelo time e filtrada pelo agente. Cinco sintomas concretos e o ajuste prático para cada um.