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Estratégias para usar Claude Code em monorepo e large codebase sem estourar o context window: escopo de sessão, CLAUDE.md em camadas, code intelligence e subagentes.
Guia prático dos três pontos de extensão do Claude Code — hooks, slash commands e MCP. Os arquivos de config exatos pra transformar o agente de autocomplete em parte do seu fluxo de engenharia.
O recurso /goal do Codex CLI faz o agente da OpenAI perseguir um objetivo sozinho. Aprenda a escrever um goal como contrato — com escopo, verificação e condição de parada — em vez de um prompt com esperança embutida.
O que são sistemas multiagentes, quando vale dividir o trabalho em vários agentes e como orquestrar de forma assíncrona com asyncio. Arquitetura orquestrador-worker, o padrão de produção da Anthropic e quando NÃO dividir.
Lista prática e opinativa das ferramentas de engenharia de contexto que seguram um agente em produção: gestão de janela, compressão, recuperação e observabilidade. Com APIs nativas, números reais e o que dá errado.
RAG tradicional busca uma vez e reza. Agentic RAG decide quando buscar, o que buscar e quando parar. Veja a diferença real, com números de paper, e monte o loop de decisão sem explodir o custo.
Construí o mesmo encurtador de links três vezes, sem mão humana no código, com Opus 4.8 (US$100/mês), Minimax M3 (US$20) e Qwen 3.6 local na RTX 4080. Tempo, resultado e veredito honesto sobre pago, barato e de graça.
O modo headless claude -p está sendo substituído pelo Claude Agent SDK. Guia prático de migração: o que muda no uso com seu plano Claude e como rodar agentes headless do jeito novo.
O Claude Fable 5 durou três dias disponível antes de ser bloqueado pelo governo dos EUA. Enquanto isso, o OpenRouter publicou dados que mudam a pergunta: e se painel de modelos baratos já superar qualquer frontier solo em deep research?
O harness é o ambiente que roda o agente — loop, ferramentas, estado e guardrails. É ele, não o modelo, que decide se seu agente aguenta produção ou trava na primeira tarefa de verdade.
O código que a IA gerou roda, compila e passa no happy path e quebra em produção. Entenda por que o modelo gera código plausível-mas-errado e qual processo de revisão pega o problema antes do merge.
Fable 5 ou Opus 4.8, qual usar? Veredito direto por tipo de tarefa, com as 10 situações concretas em que o Fable resolve e o Opus 4.8 fazia mal ou não fazia: migração em escala, código a partir de print, agente de longa duração e raciocínio sobre documento. Mais o custo de cada um e os casos em que o Opus 4.8 continua sendo a escolha certa.