#Ia
EU AI Act entra em vigor em 2 de agosto de 2026, com multas de até 7% do faturamento global. Checklist técnico de 18 itens em ordem de prioridade, mapeado para NIST RMF (Govern/Map/Measure/Manage), com templates Markdown prontos para colar no repositório.
Reasoning model resolve o que modelo normal não resolve. Em troca: três vezes mais latência, cinco vezes mais tokens. Em maio/2026, com o3, DeepSeek-R1 e Claude Sonnet 4.5 estáveis, dá pra falar com número na mesa: quando vale o trade e qual pattern de roteador separa o time que opera bem do time que estourou o budget no terceiro dia.
Em 2026 a vaga sênior não pede mais prompt engineer. Pede pipeline de contexto. Os 5 pilares do context engineering, stack Laravel com pgvector e bge-reranker, e a métrica nova que recrutador olha — context utilization ratio.
MCP local não é MCP em produção. Sair do stdio no laptop pra um servidor MCP servindo agente corporativo exige três mudanças: Streamable HTTP no transporte, OAuth 2.1 com PKCE e Resource Indicators na auth, e JSON Schema 2020-12 estrito nos argumentos. E um gateway corporativo no meio, sempre.
A briga "RAG ou fine-tuning?" acabou em 2026. 60% dos projetos sérios rodam os dois — fine-tuning controla COMO o modelo responde (formato, tom, raciocínio), RAG controla O QUÊ (fatos atuais e citáveis). Veja o benchmark 96% híbrido vs 89% RAG só vs 91% fine-tuning só, o padrão de roteamento por classificador leve que corta 70–90% do custo, e os cenários em que combinar os dois é overengineering.
A Anthropic lançou o Claude Opus 4.8 hoje. Filtramos o que importa pra quem coda e roda agentes: liderança no SWE-Bench Pro, 84% em browser-agent, tool calling com menos passos, 4x menos bug sem comentar, multimodal 61% mais barato e Dynamic Workflows com centenas de subagentes no Claude Code, tudo no mesmo preço do 4.7.
O Laravel Boost é o servidor MCP oficial do time Laravel — expõe routes, models, schema, docs e logs como tools que o agente consulta antes de gerar código. Instalação em 3 comandos, caso real de CRUD Order com 8 relacionamentos comparando com e sem Boost, e o que muda no fluxo de SDD.
Review longa e opinada de 12 ferramentas de IA pra dev backend, depois de 90 dias rodando num Laravel real em produção. Nota 0-10, veredito em uma linha, e 5 que viralizaram mas não cumpriram.
Job de fila em 2026 chama LLM, espera 90s, gasta dólar em token e ainda pode falhar silencioso. Aqui vai o desenho de stack que segura: Horizon, Redis 7, filas separadas por SLA, retry com idempotency key e tracing OpenTelemetry de ponta a ponta.
Em seis meses depois do Vol.1, vinte termos novos entraram no vocabulário dos times sérios de IA: context engineering, plan-and-execute, streamable HTTP MCP, AIDR, harness telemetry, world models, spec-driven dev. Cada um em duas ou três linhas, com exemplo concreto. Bônus: cinco que sumiram.
30 perguntas reais (10 técnicas, 10 de arquitetura, 10 comportamentais) de entrevistas para AI engineer em maio de 2026. Pra cada uma: resposta curta de 30s, resposta de senior de 2min, e o red flag que entrega o junior. Mais 5 perguntas reversas pra filtrar empresa sem maturidade de IA.
Laravel AI SDK saiu em fevereiro/2026 e ficou estável em março, junto com o Laravel 13. Portei um projeto real de Prism pra SDK oficial: 47 linhas a menos, switch de provider em uma atribuição, embeddings e vector store first-party. O diff aberto, o que continua valendo no Prism e quando não migrar.