#Evals
Liguei o agente, fui tomar café e voltei 43 minutos depois com um PR de 380 linhas em 9 arquivos. Case study real com harness Laravel + Claude Agent SDK + sandbox isolado, a task escolhida, o loop cronometrado de 43 min em 12 iterações, o diff comentado, os 3 bugs que escaparam pro code review humano, custo total em USD e o veredito sobre soltar isso em produção. Repositório público no final.
O harness do tutorial roda. Em produção, ele morre na primeira semana. Esse post abre o capô do que entra entre o request e o response quando o agente está vivo 24 por 7: gate, roteador, contexto, loop com budget, pós-processamento e telemetria. Diagrama, código e referências reais para sair do POC e chegar num sistema confiável.
Caminho real de 13 semanas para dev backend experiente virar AI engineer aplicada. Tool use, harness próprio, RAG, memória, evals e um projeto fim-a-fim que cabe no portfólio. Sem refazer fundamentos, sem detour por framework da moda. Entregáveis por semana e foco no que recrutador olha de verdade.
Recrutador chama as duas de "vaga de IA". CTO que confunde uma com a outra paga seis meses de retrabalho. Põe lado a lado data science e engenharia de IA em sete eixos: foco, métrica, stack, output, tempo de feedback, quem migra mais rápido e por que essa confusão atrasa carreira.
Em 2024 era cargo inventado pelo LinkedIn. Em 2026 é o sênior mais disputado dos EUA. O que faz um Engenheiro de IA na prática: as 5 entregas em qualquer JD sênior, o stack típico (LLM API, harness, vector store, evals, observability) e por que a maioria veio de backend, não de Data Science.
LLM-as-judge é o atalho que todo time de IA usa pra escalar evals. Mas tem três armadilhas que silenciosamente invalidam o pipeline: self-preference, position e verbosity bias, e calibração ausente. Cobrimos os três padrões de prompt para grader (rubric, reference, pairwise) e como blindar contra cada erro com mitigação concreta.
Experimento prático rodando a mesma spec em Claude Sonnet 4.6, GPT-5.1, Gemini 2.5 Pro e Llama 4 Maverick. Mede convergência via TSED e testes passados. Spec vaga deu 0,34 de similaridade entre pares; spec estruturada deu 0,78. A spec importa mais que o modelo.</excerpt> <parameter name="tags">["spec-driven-development", "sdd", "llm", "evals", "claude", "agentes", "requisitos", "testing"]
Trocou o modelo, mudou uma frase no system, ajustou um exemplo, e 30% dos casos regrediram em silêncio. Pipeline de eval contínuo no CI resolve isso. Dataset versionado, runner em cada PR, gate de qualidade que barra merge. Mão na massa com Promptfoo e GitHub Actions.
Funciona no happy path, mas e quando o usuário manda emoji, idioma misto e SQL injection? Em vez de rezar, monte um dataset com cinquenta casos adversariais, rode evals automatizadas e meça pass rate, custo e latência a cada iteração. É assim que prompt vira engenharia.
Reranker garante relevancia. Confianca e outra historia. Veja como montar uma trust layer com sinais simples (idade do dominio, densidade de afiliado, coerencia entre reviews) e integrar no reranker antes do LLM ver o conteudo.
Joga 8 mil reviews no Claude e pede para resumir. O resumo sai bonito e enganoso. Estrelas mentem, LLM supergeneraliza e a base costuma estar contaminada por manipulação. Este post constrói um pipeline em quatro estágios (saneamento, amostragem estratificada, síntese map-reduce e auditoria) para resumir centenas de reviews sem mascarar crítica real. Útil para UX entender onde o produto dói e para compliance dormir tranquilo sob a nova regra da FTC.
Como montar um juiz LLM que pontua cada resposta do agente contra uma rubrica objetiva: preço correto, link válido, sentimento de review coerente. Você sai do achismo e transforma iteração em ciclo mensurável.