#Agentes
Como criar um agente de IA do zero (com código, não no-code)
Os tutoriais que dominam o Google te ensinam a clicar em "Criar agente". Aqui você escreve o seu, em Python puro: loop de raciocínio, tool calling e memória, as três peças que toda plataforma no-code esconde.
Vibe coding: o que é, por que todo dev fala disso e onde ele quebra
Vibe coding — construir software conversando com a IA sem revisar o código — é o termo do momento. Veja o que é de verdade, onde acelera e onde vira dívida técnica silenciosa.
Arquitetura de agentes de IA: o blueprint de ponta a ponta
A semana inteira em um diagrama só — as seis camadas de uma arquitetura de agentes de IA (modelo, contexto, tools/MCP, RAG, guardrails, observabilidade), como se encaixam e um checklist de produção pra defender o agente numa code review.
O que é RAG (e onde ele termina e a memória começa)
RAG não é memória, e confundir os dois quebra seu agente. O que é RAG, como funciona por dentro, e onde ele termina e a memória (e o fine-tuning) começam.
Agentic RAG: quando o agente decide o que buscar
No RAG clássico a busca acontece sempre. No agentic RAG o agente decide se busca, o que busca e quantas vezes, tratando a recuperação como uma tool. Veja o padrão de código e, principalmente, quando esse poder vale o custo.
Quando usar RAG (e quando fine-tuning ou contexto resolvem melhor)
RAG virou resposta automática pra tudo, e quase sempre é a escolha errada. O mapa de decisão entre RAG, fine-tuning e contexto pelos critérios que importam: volatilidade do dado, custo, rastreabilidade e tamanho.
O que é um agente de IA (e o que é só um wrapper de prompt)
90% dos "agents" que você vê no LinkedIn são um if com esteroides. A definição honesta de o que é um agente de IA: o loop percepção→decisão→ação→observação e os quatro blocos mínimos — modelo, ferramentas, memória e orquestração. Falte um e o sistema vira burro depois da terceira mensagem.
Multi-agent em Laravel: 3 padrões testados em produção (Orchestrator, Hierarchical, Swarm)
Três arquiteturas multi-agent que sobreviveram a um projeto Laravel em produção: Orchestrator-Worker, Hierarchical e Swarm. Tem código real (Prism PHP, PrismAgents, Bus::batch, State Machine), o anti-padrão dos "4 prompts em paralelo" e o custo medido (hierarchical 30% mais barato).
Glossário do AI Engineer Vol.2: 20 termos NOVOS que apareceram em 2026 (que você não pode chegar sem saber)
Em seis meses depois do Vol.1, vinte termos novos entraram no vocabulário dos times sérios de IA: context engineering, plan-and-execute, streamable HTTP MCP, AIDR, harness telemetry, world models, spec-driven dev. Cada um em duas ou três linhas, com exemplo concreto. Bônus: cinco que sumiram.
Os 4 níveis de autonomia em Agentic Code: do autocompletar ao agente que faz deploy sozinho
Quem roda agentes em código de verdade já entendeu que a régua não é se o agente faz, mas quem aprova, quem reverte e quem audita cada ação. Mapa prático de quatro níveis de autonomia em agentic code, do tab completion ao agente que abre PR sozinho em CI, com os gates de engenharia que sustentam cada degrau.
Agentic Code: o que muda quando o agente escreve, executa e testa o próprio código
Vibe coding deixou o dev no volante. SDD desenhou o mapa. Agentic Code tira o dev do carro e dá a chave pro agente, com freio de mão na mão. Cunhagem do termo em PT-BR, taxonomia de 4 níveis de autonomia, anatomia do ciclo plan/act/observe/reflect, demo comparativa de CRUD em três paradigmas, modos de falha reais e o que o harness precisa garantir pra rodar agente em produção sem quebrar tudo.
Specs como contrato com o agente: rodei a mesma spec em 4 LLMs pra ver quanto convergem
Experimento prático rodando a mesma spec em Claude Sonnet 4.6, GPT-5.1, Gemini 2.5 Pro e Llama 4 Maverick. Mede convergência via TSED e testes passados. Spec vaga deu 0,34 de similaridade entre pares; spec estruturada deu 0,78. A spec importa mais que o modelo.</excerpt> <parameter name="tags">["spec-driven-development", "sdd", "llm", "evals", "claude", "agentes", "requisitos", "testing"]