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Lançamentos, novidades e tendências do mundo do desenvolvimento.
IA para programar: como usar sem virar refém da ferramenta
Tem dev que dobrou de produtividade com IA e tem dev que não escreve mais uma função sem ela. A diferença é o workflow. Como usar IA para programar mantendo o entendimento do próprio código.
A IA gerou código errado: por que acontece e como revisar antes de quebrar produção
O código que a IA gerou roda, compila e passa no happy path e quebra em produção. Entenda por que o modelo gera código plausível-mas-errado e qual processo de revisão pega o problema antes do merge.
Melhor IA para programação em 2026: testei as principais lado a lado
Comparação prática das principais IAs para programar em 2026 — mesma task real rodada em Claude Code, Cursor e GitHub Copilot, com critérios honestos: custo, contexto e qualidade do diff.
Claude Fable 5: 10 coisas que o Opus 4.8 não fazia bem
A Anthropic liberou o Claude Fable 5, primeiro modelo da classe Mythos para uso geral. Veja 10 tarefas reais que ele resolve e que o Opus 4.8 fazia mal ou não fazia.
Por que a IA alucina — e como reduzir alucinação no seu produto
Saber que a IA alucina não resolve nada. Veja por que o LLM inventa e como reduzir alucinação de IA no seu produto com grounding, RAG, citações e guardrails.
Claude Code: o que é, como funciona e por que os devs migraram pra ele
O Claude Code é a ferramenta de dev que mais cresceu no ano. Antes de instalar, entenda o que ele faz de diferente do Copilot e do Cursor e onde ele não é a resposta.
Vibe coding: o que é, por que todo dev fala disso e onde ele quebra
Vibe coding — construir software conversando com a IA sem revisar o código — é o termo do momento. Veja o que é de verdade, onde acelera e onde vira dívida técnica silenciosa.
Arquitetura de agentes de IA: o blueprint de ponta a ponta
A semana inteira em um diagrama só — as seis camadas de uma arquitetura de agentes de IA (modelo, contexto, tools/MCP, RAG, guardrails, observabilidade), como se encaixam e um checklist de produção pra defender o agente numa code review.
O que é RAG (e onde ele termina e a memória começa)
RAG não é memória, e confundir os dois quebra seu agente. O que é RAG, como funciona por dentro, e onde ele termina e a memória (e o fine-tuning) começam.
5 anti-patterns que quebram seu agente de IA em produção
Funcionava na demo, virou conta de US$ 3 mil e loop infinito em produção. Os 5 anti-patterns de arquitetura que mais quebram agentes de IA em produção — context stuffing, tools sem timeout, retry burro, zero observabilidade e ausência de guardrails — cada um com o sintoma e a correção.
Quando usar RAG (e quando fine-tuning ou contexto resolvem melhor)
RAG virou resposta automática pra tudo, e quase sempre é a escolha errada. O mapa de decisão entre RAG, fine-tuning e contexto pelos critérios que importam: volatilidade do dado, custo, rastreabilidade e tamanho.
Engenharia de prompt: o guia honesto (sem fórmula mágica)
Engenharia de prompt não é decorar fórmula nem lista de "100 prompts mágicos". É escrever instrução como contrato: estrutura, instrução clara, exemplos few-shot e formato de saída. O guia honesto para quem constrói software com IA.