#Harness
O manifesto da HumanLayer que bateu 373 pontos no Hacker News explica por que fábricas de software 100% autônomas degradam codebases e o que fazer no lugar.
A HP Inc. virou uma das primeiras grandes a rodar a OpenAI Frontier, a plataforma de gestão de agentes da OpenAI. Separamos o que foi entregue do que é promessa, e o que isso revela sobre botar agente em produção.
O harness é o ambiente que roda o agente — loop, ferramentas, estado e guardrails. É ele, não o modelo, que decide se seu agente aguenta produção ou trava na primeira tarefa de verdade.
Seu agente repete a mesma ação pra sempre e queima tokens. As três causas — sem critério de parada, tool result mal formatado, prompt ambíguo — e os freios práticos pra cortar isso em produção.
Em 2026 a vaga sênior não pede mais prompt engineer. Pede pipeline de contexto. Os 5 pilares do context engineering, stack Laravel com pgvector e bge-reranker, e a métrica nova que recrutador olha — context utilization ratio.
Agente nosso queimava US$ 2.300/mês rodando Claude Opus em loop. Trocamos por Plan-and-Execute: uma chamada cara que planeja, N chamadas baratas que executam. Conta nova: US$ 220/mês com a mesma qualidade. Planilha de tokens, código Laravel (PlanJob + ExecuteStep) e o tipo de fluxo onde esse pattern quebra.
MCP local não é MCP em produção. Sair do stdio no laptop pra um servidor MCP servindo agente corporativo exige três mudanças: Streamable HTTP no transporte, OAuth 2.1 com PKCE e Resource Indicators na auth, e JSON Schema 2020-12 estrito nos argumentos. E um gateway corporativo no meio, sempre.
A briga "RAG ou fine-tuning?" acabou em 2026. 60% dos projetos sérios rodam os dois — fine-tuning controla COMO o modelo responde (formato, tom, raciocínio), RAG controla O QUÊ (fatos atuais e citáveis). Veja o benchmark 96% híbrido vs 89% RAG só vs 91% fine-tuning só, o padrão de roteamento por classificador leve que corta 70–90% do custo, e os cenários em que combinar os dois é overengineering.
Três arquiteturas multi-agent que sobreviveram a um projeto Laravel em produção: Orchestrator-Worker, Hierarchical e Swarm. Tem código real (Prism PHP, PrismAgents, Bus::batch, State Machine), o anti-padrão dos "4 prompts em paralelo" e o custo medido (hierarchical 30% mais barato).
Mapa frio das três opções de LLM observability em maio de 2026 (uma delas em maintenance mode), com setup Langfuse self-hosted em Laravel e três métricas de agente que mudam o jogo.
Em seis meses depois do Vol.1, vinte termos novos entraram no vocabulário dos times sérios de IA: context engineering, plan-and-execute, streamable HTTP MCP, AIDR, harness telemetry, world models, spec-driven dev. Cada um em duas ou três linhas, com exemplo concreto. Bônus: cinco que sumiram.
30 perguntas reais (10 técnicas, 10 de arquitetura, 10 comportamentais) de entrevistas para AI engineer em maio de 2026. Pra cada uma: resposta curta de 30s, resposta de senior de 2min, e o red flag que entrega o junior. Mais 5 perguntas reversas pra filtrar empresa sem maturidade de IA.