#Ai Agents
Colocar 50 ferramentas no contexto do agente degrada a escolha e estoura tokens. Progressive disclosure carrega tools sob demanda: o agente descobre o que precisa quando precisa. Padrão central de arquitetura de agentes que escalam.
Chamar 12 tools uma a uma é caro, lento e entope o contexto. Programmatic tool calling vira o jogo: o agente escreve um código que orquestra as chamadas e devolve só a resposta. Entenda o padrão com exemplos da Claude API e do Code Mode da Cloudflare.
Tutorial em PT-BR pra escrever um MCP server do zero em Python: uma tool que consulta CEP e um resource que expoe os padroes do time. No fim, voce pluga no Claude e ve o agente chamar uma ferramenta que voce mesmo escreveu.
Anatomia do loop ReAct e do tool calling: quando o agente decide buscar/agir vs. responder direto, com design de tools (contratos, schemas, idempotência) e um exemplo de tool de busca em banco no Laravel via Claude API.
O recurso mais escasso de um agente é a janela de contexto. Veja como decidir o que entra no prompt — system prompt, exemplos, histórico, dados recuperados — e por que encher de contexto degrada a resposta.
O Model Context Protocol é o padrão aberto que conecta modelos de IA a ferramentas e dados sem reescrever integração a cada vez. Entenda o que é MCP, como a arquitetura funciona e por que a indústria adotou em massa.
90% dos "agents" que você vê no LinkedIn são um if com esteroides. A definição honesta de o que é um agente de IA: o loop percepção→decisão→ação→observação e os quatro blocos mínimos — modelo, ferramentas, memória e orquestração. Falte um e o sistema vira burro depois da terceira mensagem.
Agente nosso queimava US$ 2.300/mês rodando Claude Opus em loop. Trocamos por Plan-and-Execute: uma chamada cara que planeja, N chamadas baratas que executam. Conta nova: US$ 220/mês com a mesma qualidade. Planilha de tokens, código Laravel (PlanJob + ExecuteStep) e o tipo de fluxo onde esse pattern quebra.
MCP local não é MCP em produção. Sair do stdio no laptop pra um servidor MCP servindo agente corporativo exige três mudanças: Streamable HTTP no transporte, OAuth 2.1 com PKCE e Resource Indicators na auth, e JSON Schema 2020-12 estrito nos argumentos. E um gateway corporativo no meio, sempre.
Três arquiteturas multi-agent que sobreviveram a um projeto Laravel em produção: Orchestrator-Worker, Hierarchical e Swarm. Tem código real (Prism PHP, PrismAgents, Bus::batch, State Machine), o anti-padrão dos "4 prompts em paralelo" e o custo medido (hierarchical 30% mais barato).
A Anthropic lançou o Claude Opus 4.8 hoje. Filtramos o que importa pra quem coda e roda agentes: liderança no SWE-Bench Pro, 84% em browser-agent, tool calling com menos passos, 4x menos bug sem comentar, multimodal 61% mais barato e Dynamic Workflows com centenas de subagentes no Claude Code, tudo no mesmo preço do 4.7.
Mapa frio das três opções de LLM observability (uma delas em maintenance mode desde março de 2026), setup Langfuse self-hosted em Laravel e o esquema de tracing mínimo pra reconstruir a decisão do agente sem plataforma nenhuma.