Lucas Souza
{AI Engineer} — apaixonado por Laravel, arquitetura de software e construir produtos com impacto. Compartilho aqui tutoriais, descobertas e reflexões sobre o dia a dia de engenharia.
BMAD promete um time agil de IA com personas para cada papel. Em termos de SDD, e Spec-Driven com mais cerimonia. Mapeio onde isso vale o overhead e onde so vira cerimonia que atrasa entrega.
Funciona no happy path, mas e quando o usuário manda emoji, idioma misto e SQL injection? Em vez de rezar, monte um dataset com cinquenta casos adversariais, rode evals automatizadas e meça pass rate, custo e latência a cada iteração. É assim que prompt vira engenharia.
A maior parte dos bugs de agente em 2026 não é o modelo errando, é a spec mentindo. Três anti-padrões reais (ambiguidade, contexto inútil e regra implícita) com exemplos antes/depois e checklist de sete pontos pra validar a spec antes de mandar pro Claude Code.
Construa do zero um harness em Laravel mais Claude API: um service PHP que recebe a tarefa, escolhe qual tool chamar, executa em loop ate concluir e reporta. Inclui handling de erros com is_error, limite de iteracoes e logging real. Codigo executavel, sem framework de agente.
Vibe coding com agente em Laravel funciona até a feature ter regra de negócio. Aí o agente inventa. Spec-Driven Development resolve isso virando a especificação na fonte da verdade. Neste post a gente percorre o ciclo PRD, spec, plan, tasks, código e testes em uma feature aparentemente boba: exportar relatório de vendas em PDF. Stack PHP, Claude Code e Spec Kit, do zero.
Como construir um agente em Laravel que decide quando buscar e quando responder direto. Arquitetura completa com Prism PHP, pgvector e a lógica de orquestração que separa demo de produto.
Spec-driven virou padrão em 2026, e com ele veio o risco do pêndulo: spec gigante, aprovada em comitê, ignorada pelo time e filtrada pelo agente. Cinco sintomas concretos e o ajuste prático para cada um.
Function calling clássico vai virar legado. Programmatic tool calling do Claude troca o loop turno-a-turno por código Python no sandbox: 37% menos tokens, paralelismo nativo via asyncio.gather e composição em um único script. A gente compara latência, tokens, debug, e fecha com um agente que escreve o próprio orquestrador.
Template proprietário de 1 página com objetivo, contexto, restrições, critérios de aceite e anti-escopo. Mostra quando expandir e quando NÃO expandir, e por que esse formato vira o melhor harness pra agente de IA executar sem alucinar feature paralela.
Quando o agente esquece o que estava fazendo, repete trabalho ou alucina arquivos, raramente é falha do modelo. É falha do harness. Definição do termo, anatomia mínima (loop, tools, contexto, memória) e o ponto onde a maioria dos devs para de evoluir o setup.
Quatro horas escrevendo spec para uma feature de duas horas é o sintoma. SDD virou ortodoxia em 2026 e pouca gente discute o custo: tempo de leitura, revisão dupla, drift entre spec e código, falsa sensação de controle. Aqui vamos ver de onde veio o método, onde entrega de verdade, onde virou cerimônia, e como aplicar spec proporcional ao risco.
A maioria dos agentes em produção sangra dinheiro em chamada repetida pra LLM. Três alavancas que cortam custo: prompt caching no system prompt do harness, Batch API pra workloads assíncronos e a decisão fria de quando o reranker é só caro e lento.