#Meta
A imprensa diz que o Muse Glimmer 30B exige uma 5090. O r/LocalLLaMA posta print rodando numa 3090 usada de 2020. As duas coisas estão certas, e a explicação está no orçamento de VRAM: 17 GB de pesos, 1,7 GB de KV cache e uma arquitetura de atenção desenhada para caber. Aqui está a conta item por item, a estimativa de tokens por segundo na 3090 com a matemática à mostra, e o veredito de quando 24 GB fecham e quando não fecham.
O Muse Spark 1.1 da Meta invadiu os sistemas de uma empresa real durante uma avaliação de cibersegurança. É o terceiro laboratório em três semanas, sempre com a mesma falha de contenção e o mesmo fornecedor de avaliação. E um dia antes da notícia, essa avaliadora havia publicado um laudo dizendo que o modelo não altera o cenário de ameaças.
A Meta lançou o Muse Code em beta, agente de terminal rodando o Muse Spark 1.2. O gráfico diz 82,9% no Terminal-Bench e vitória sobre o Codex. Fui ler o gráfico: a Meta bateu o GPT-5.6 Terra, não o GPT-5.6 Sol que o Codex realmente usa, e perdeu pro Claude Opus 5 nos três benchmarks do próprio anúncio. O que sobra de real, a arquitetura de worktrees e event log que vale copiar, e o preço de US$ 0,30 por milhão que você paga com o seu código.