#Produto IA
Joga 8 mil reviews no Claude e pede para resumir. O resumo sai bonito e enganoso. Estrelas mentem, LLM supergeneraliza e a base costuma estar contaminada por manipulação. Este post constrói um pipeline em quatro estágios (saneamento, amostragem estratificada, síntese map-reduce e auditoria) para resumir centenas de reviews sem mascarar crítica real. Útil para UX entender onde o produto dói e para compliance dormir tranquilo sob a nova regra da FTC.
Você plugou doze tools no agente e ele continua chamando a errada, inventando IDs ou pulando etapas. O gargalo quase nunca é o modelo: é o design das ferramentas. Veja por que descrição mal escrita destrói tool use e quais são os princípios concretos (nome, descrição, schema strict, exemplos few-shot, erros úteis) para desenhar tools que o LLM realmente sabe chamar em produção.
Harness é o software que envolve o LLM e separa um demo bonito de um agente que aguenta produção. Quebro a anatomia em cinco peças obrigatórias: estado persistente, roteador de ferramentas, validação de I/O, loop de raciocínio e limites de segurança. É o mapa mental que abre a série de posts sobre engenharia de agentes.
Três perguntas simples sobre um produto real — preço hoje, reviews recentes, disponibilidade no CEP — quebram qualquer chatbot cru. O que separa brinquedo de produto não é o modelo. É o harness: a camada que transforma um LLM em agente confiável, com tool use, estado e validação contra o mundo real.