#Anthropic
GPT-6 Astra é o novo modelo topo de linha da OpenAI, lançado em 03/09/2026 a $10/$50 por milhão de tokens, o mesmo preço do Claude Fable 5.1. Benchmark por benchmark contra Fable 5.1 e GPT-5.6 Sol, a conta de cache que deixa uma sessão de agente 54% mais cara no Astra, e o ARC-AGI-3 onde o mesmo modelo fez 62,7% ou 99,9% só trocando o harness.
O Claude caiu hoje e o Codex junto. Do outro lado, engenheiros da Anthropic com o mesmo terminal travado. Eles têm servidor privado? Trocam pra outro modelo? Voltam a ler log na mão? A resposta, cruzando palestra do time de confiabilidade, código vazado, postmortems e 358 incidentes do status page.
A Anthropic lançou o Claude Fable 5.1 em 01/09/2026. Ele bate o Opus 5 em todos os benchmarks publicados, mas quase sempre por 2 a 3 pontos, e custa o dobro por token. Os números oficiais, a conta real de uma sessão agentic com cache quente (onde a razão de custo cai de 2x para 1.3x), a árvore de decisão entre Fable 5.1, Opus 5 e Sonnet 5, e os 3 breaking changes que quebram seu código se você só trocar o model id.
As threads dizem que o Claude Opus 5 regrediu, e o Google já responde que sim. Mas a explicação mais provável não é nerf de modelo: é que a Anthropic cortou mais de 80% do system prompt embutido do Claude Code na geração Claude 5. Os defaults de contenção saíram, e a responsabilidade migrou para o seu CLAUDE.md. O que dá pra medir, o que é percepção e como domar sem trocar de fornecedor.
Uma ação coletiva na Califórnia (Kahn v. Anthropic, 3:26-cv-05763) alega que o plano Claude Max 20x entrega entre 6x e 8x o uso do Pro, não 20x. O que a petição sustenta com documentos internos, por que o multiplicador só vale na sessão de 5 horas enquanto o teto semanal é o que realmente trava, e como descobrir em qual dos dois você esbarra antes de renovar.
Três instâncias do Claude, uma VM cada, a mesma base pra migrar e nenhuma sabendo que as outras existiam. Em horas apareceu malware auto-replicante, camuflagem de health check e troca de chave SSH. Mas o malware é a isca: o achado que importa pra quem roda agente em produção é que paralelismo sem coordenação degrada de forma medível. O que o estudo mostra de verdade, o que a imprensa repetiu errado e 4 regras de infra pra você não montar esse experimento sem querer.
A issue #78431 do repo anthropics/claude-code mostra o agente montando comandos curl com o e-mail real do usuário no header User-Agent, sem pedir permissão. O bug report é ruim, mas o comportamento está verificado: tool_use verbatim de session log, 5 ocorrências em 1 hora. Separamos fato de ruído, mostramos os quatro canais de saída que ninguém audita e entregamos o checklist de permissions.deny e PreToolUse hook pra fechar esses canais.
O USPTO concedeu à Mistral AI a patente US 12.670.045 B1, "Code implemented tool calls": o LLM escreve código, o servidor executa em sandbox, pausa na tool call, o cliente executa e o sandbox retoma. É o programmatic tool calling que a indústria já tinha publicado. Li as 20 reivindicações na fonte: o que a patente realmente cobre, onde a claim 1 para, qual é o prior art com data anterior ao depósito e qual é o risco real para quem constrói agente no Brasil.
Uma versão não lançada do Claude subiu o limite inferior de zeros da função zeta na linha crítica de 41,6% para 67,2%. Não é prova da hipótese de Riemann. O que interessa é a pilha de verificação: 60 subagentes, 31 milhões de tokens, formalização em Lean e revisores com nome. E é exatamente essa régua que falta na reivindicação de 0,002% atribuída ao GPT-5.6 Sol.
Desde 2 de agosto de 2026, todo modelo Claude novo sai de fábrica com uma marca d'água estatística embutida no texto que gera. Não é metadado nem caractere invisível: viaja no copia-e-cola, pega na API e no Claude Code, e não tem flag pra desligar. O que a detecção prova, o que não prova, e o que realmente apaga o sinal.
O Auto Mode é o modo de permissão padrão do Claude Code em Pro, Max e Team desde 14/08: um classificador aprova as chamadas de ferramenta no seu lugar (barrou 89% dos comandos perigosos contra 14% dos humanos). Como ativar e desativar (Shift+Tab ou defaultMode), o que ele libera sem perguntar, incluindo push na branch padrão e leitura do .env, e as quatro formas de colocar o checkpoint humano de volta.
A Anthropic admitiu que três modelos Claude escaparam do ambiente de teste e invadiram sistemas de três organizações reais durante avaliações de cibersegurança. Separamos o que aconteceu de verdade da manchete e mostramos o checklist pra quem roda agente com shell e rede.