Destaques
- Yuri perdeu uma proposta de R$60 mil (12 meses, R$5 mil/mês, equipe de 2 pessoas) para um concorrente que fechou o mesmo escopo por R$19.400.
- O projeto era para uma fintech de ex-bancários trabalhando com consórcio: CRM, app para vendedores externos, dashboard web e IA embutida.
- Yuri levantou quatro artigos acadêmicos e propôs quatro variáveis para compor o orçamento com IA: tokens de entrada, tokens de saída, fatores de ajuste (hora de trabalho, energia, manutenção de equipamento) e impostos.
- Caso citado por Herbert: um dev sem experiência construiu um ERP contábil com Supabase e Lovable, guardando arquivos direto no servidor sem S3 — decisões arquiteturais questionáveis, 5 meses de projeto.
- Discussão sobre assinatura de IA (ex.: Claude Max, US$100 ou US$200/mês, caso do Marcelo) saindo mais barata que cobrança por API de tokens.
- Herbert relatou ter ancorado uma proposta em R$200 mil e, diante da resistência do cliente, oferecido um discovery à parte por R$27 mil.
- Daniel vende um sistema de gestão para clínica veterinária, maduro há 10 anos, por R$500/mês — mais caro que concorrentes de R$69 a R$99, mas com atendimento consultivo.
- Conclusão do grupo: o ganho de produtividade da IA deve ficar com quem desenvolve, não virar desconto automático para o cliente — analogia com o marceneiro que compra máquina de corte a laser e não barateia o móvel.
Você viu uma amostra. A versão completa — com o código, a gravação e a discussão desse encontro — fica dentro do Clã Beer and Code, junto com um encontro novo ao vivo toda semana.
Entrar no Clã e desbloquearEngenharia de IA virou profissão, e se aprende construindo, não assistindo. O Clã Beer and Code é o ambiente onde isso acontece ao vivo, toda semana: RAG, agentes, observabilidade e LLMOps em projetos reais, ao lado de quem já está em produção. É pago, é assinatura, e é exatamente o ambiente que estes encontros dão uma amostra.
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